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	<description>Viabilizando a vida e os negócios</description>
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		<title>A Atenção aos Custos dos Fundos de Investimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 20:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Meibak</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos num ambiente de redução significativa da taxa nominal de juros no Brasil. Atualmente em 9%, tudo indica que o processo continuará, dada a conjuntura internacional desfavorável e os indicadores diversos de queda na atividade interna. As recentes alterações no sistema de remuneração da caderneta de poupança foi um fator importante para eliminar as barreiras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos num ambiente de redução significativa da taxa nominal de juros no Brasil. Atualmente em 9%, tudo indica que o processo continuará, dada a conjuntura internacional desfavorável e os indicadores diversos de queda na atividade interna. As recentes alterações no sistema de remuneração da caderneta de poupança foi um fator importante para eliminar as barreiras estruturais ao declínio mais continuado da taxa básica.</p>
<p>Um ponto que merece total atenção dos investidores é a avaliação do impacto dos custos de taxa de administração de fundos de investimentos nesse novo cenário. De um modo geral os fundos de investimentos voltados para pessoas físicas que não sejam clientes de segmentos de Private Bank têm taxas muito elevadas no Brasil. Custos da ordem de 2%, 2.5%, 3% ao ano são comuns de se encontrar. Nesse cenário de juros caminhando para patamares na casa de 8%, o peso da taxa de administração será enorme.</p>
<p>Os fundos já apresentam uma desvantagem importante, que é o sistema de tributação semestral sobre o ganho de capital, o chamado “come-cotas”. Com as novas regras da poupança, que irá render 70% da taxa Selic (quando esta estiver num patamar igual ou menor que 8.5%), o investidor em fundos precisará ficar atento. No caso de uma taxa básica de 8%, por exemplo, a poupança renderá 5.6% ao ano, isento de imposto de renda. Assumindo uma taxa de IR de ganho de capital de 20% em um fundo e fazendo a inclusão do IR (o que chamamos de <em>gross up), </em>o rendimento líquido de taxa de administração teria que ser de 7% ao ano para empatar com a poupança.</p>
<p>Os fundos conservadores de Renda Fixa e DI tendem a render bruto a própria variação da taxa básica de juros, os 8% do exemplo. Para quem estiver investido há mais de 2 anos, com a alíquota de IR de 15%, o rendimento necessário para empatar com a poupança seria de 6.58%. Uma conta simples, se você está num fundo que cobra 1 % de taxa (grosso modo, o fundo irá render 8% – 1% = 7%). Menos IR  em fonte de 15%, sobre o ganho, significará um retorno de 5.95% % [( 7%)  – 15% de IR = 1.05%)]. Ou seja, perderá da poupança. E veja que estou falando de taxa de administração de 1% ao ano, que é muito raro de se encontrar no mercado para investidores que não sejam de grande porte.<em></em></p>
<p>Muita atenção, portanto, aos altos custos dos fundos de investimento. A migração para a poupança é uma boa alternativa nesse cenário.</p>
<div class="box-autor"><img src="http://www.dinheirabilidade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/foto_fernando-meibak.jpg" alt="" width="50" height="70" align="left" /><strong> Fernando Meibak, </strong> Planejador Financeiro CFP® &#8211; é economista, especialista em planejamento financeiro e autor do livro “O Futuro Irá Chegar! Você Está Preparado Financeiramente Para Viver Até os 90 ou 100 Anos?”.</div>
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		<title>O valor dos títulos de renda fixa prefixados</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 20:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Pestana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[renda fixa]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando um investidor aplica em um título de renda fixa prefixado como um CDB ou uma LTN, ele já sabe quantos reais vai receber no vencimento do título. Isto é, no início da operação ele já sabe qual será sua riqueza no fim da operação. Mas uma coisa que pode causar surpresa a algumas pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um investidor aplica em um título de renda fixa prefixado como um CDB ou uma LTN, ele já sabe quantos reais vai receber no vencimento do título. Isto é, no início da operação ele já sabe qual será sua riqueza no fim da operação. Mas uma coisa que pode causar surpresa a algumas pessoas é que, até o vencimento do título de renda fixa, a riqueza do investidor pode até diminuir. Esse é o assunto que vamos discutir neste post.</p>
<p>A riqueza de um título de renda fixa para o investidor é quanto o título vale no mercado, independente do investidor querer vendê-lo ou não. Para entender esse assunto, vamos supor que um colega seu assuma o compromisso de comprar seu automóvel daqui a 1 ano por R$ 30.000,00, se o mesmo estiver nas mesmas condições atuais. Também vamos supor que, apesar desse compromisso, você não esteja impedido de vendê-lo para outra pessoa, a qualquer momento, caso queira.</p>
<p>Qual é a sua riqueza hoje com respeito a seu automóvel? Sua riqueza é quanto vale seu carro no mercado, ou seja, quanto você receberia se o vendesse para alguém, independente de concretizar o negócio ou não. Sua riqueza não é R$ 30.000,00, pois esse valor só será recebido em um ano, mas sua riqueza é o valor que o mercado paga pelo carro hoje, por exemplo, R$ 30.500,00.</p>
<p>O mesmo raciocínio vale para o título prefixado. A riqueza a ser proporcionada pelo título no vencimento já está determinada, mas essa não é a sua riqueza hoje. Esta riqueza depende do valor de mercado do título, mesmo que o investidor não queira negociá-lo.</p>
<p>Como o mercado define o valor de um título prefixado? O mercado olha o valor de resgate do título, seu prazo até o vencimento e a taxa de juros adequada ao prazo e ao risco de crédito da operação.</p>
<p>As operações de renda fixa têm risco de crédito como um elemento muito relevante, uma vez que esse tipo de risco está ligado à possibilidade do emissor do título não honrar o pagamento no seu vencimento, ou seja, não honrar o seu resgate.</p>
<blockquote><p>Quanto maior é o risco de crédito, maior é a rentabilidade esperada do título, portanto, maior é a taxa de juros a ele associada. Essa relação entre risco e juros deve-se ao fato de que um investidor racional só aceita correr mais risco se tiver a esperança de ter maior retorno.</p></blockquote>
<p>Assim, dois títulos prefixados, com o mesmo valor de resgate, mas com riscos de crédito diferentes, possuem taxa de juros diferentes. O de maior risco tem maior taxa de juros, já o de menor risco tem menor taxa.</p>
<p>Olhando essa mesma situação sob a ótica do valor, podemos inferir que o título com maior risco de crédito, possui uma qualidade pior, portanto, possui menor valor, enquanto que o título com melhor risco de crédito, por ter melhor qualidade, possui maior valor.</p>
<p>Em resumo, o título com maior risco de crédito tem maior taxa de juros e menor valor. Por outro lado, o título com menor risco de crédito tem menor taxa de juros e maior valor. Observe essa relação com cuidado: a maior taxa de juros está associada ao menor valor no presente, enquanto a menor taxa de retorno está associada ao maior valor no presente. Veja que há uma relação inversa entre taxa de juros e valor, pois quando a taxa é maior o valor é menor, quando a taxa é menor o valor é maior.</p>
<p>Juntando todos esses conceitos podemos afirmar que, para títulos de renda fixa prefixados, quanto maior a taxa de juros, menor é o valor do título, quanto menor a taxa de juros maior o valor do título e vice-versa.</p>
<p>A taxa de juros no mercado não é constante, ela varia continuamente, em função das condições da economia e em função dos riscos associados às operações, principalmente o risco de crédito.</p>
<p>Uma vez que a taxa de juros é volátil, o valor do título de renda fixa também é volátil, pois como comentado, quanto maior a taxa de juros menor o valor, quanto menor a taxa de juros maior o valor.</p>
<p>É um erro pensar que o valor de um título de renda fixa é estável, pelo contrário, ele é volátil. Assim, dada a volatilidade das taxas de juros, o valor de um título de renda fixa pode até diminuir, basta para tal que as taxas de juros do mercado subam abruptamente.</p>
<p>Esse efeito é claramente verificado nos fundos de renda fixa, os quais são obrigados a reconhecer o valor de mercado dos seus ativos. Nesse caso, um aumento da taxa de juros implica na perda de valor dos títulos que o fundo tem em carteira e na diminuição do valor da cota, levando o investidor a ter perdas.</p>
<p>Uma pergunta pertinente é: para que serve a taxa original do título de renda fixa, se usamos apenas a taxa de mercado para avaliar o valor do título? A taxa original do título prefixado serve apenas para calcular seu valor de resgate, ou seja, a riqueza no vencimento.</p>
<p>Esses conceitos apresentados, com alguma adaptação, valem também para os títulos pós-fixados. Mas vamos deixar essa conversa para outro dia.</p>
<p>Até breve!</p>
<div id="box-autor"><img src="http://www.dinheirabilidade.com.br/wp-content/uploads/2012/03/pestana1.jpg" alt="" width="50" height="70" align="left" /><strong> João Luiz Frossard Pestana da Silva </strong> Especialista no mercado financeiro, atua como instrutor em diversos treinamentos.</div>
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		<title>Remuneração do Acionista</title>
		<link>http://www.dinheirabilidade.com.br/2012/03/remuneracao-do-acionista/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 16:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dinheirabilidade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dividendos]]></category>
		<category><![CDATA[Ganho de Capital]]></category>
		<category><![CDATA[Juros sobre Capital Próprio e Bonificação]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem compra ações pode ter os seguintes tipos de remuneração: 1) Ganho de Capital É o ganho obtido pelo acionista devido à valorização da ação no mercado. O ganho de capital é a diferença entre o preço de venda da ação e o seu preço médio de compra. 2) Dividendos Dividendo é a parte do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem compra ações pode ter os seguintes tipos de remuneração:</p>
<p><strong>1) Ganho de Capital</strong></p>
<p>É o ganho obtido pelo acionista devido à valorização da ação no mercado.<strong> </strong>O ganho de capital é a diferença entre o preço de venda da ação e o seu preço médio de compra.</p>
<p><strong>2) Dividendos</strong></p>
<p><strong>Dividendo é a parte do lucro líquido da companhia que é distribuída, em dinheiro, aos acionistas, a cada exercício social, </strong>respeitando o dividendo mínimo obrigatório estabelecido no estatuto social ou, na sua ausência, o mínimo estabelecido na legislação.</p>
<p><strong>3) Juros sobre Capital Próprio</strong></p>
<p>No Brasil, existe ainda, a possibilidade de remunerar o acionista por meio do pagamento de juros sobre o capital próprio, que corresponde ao pagamento de juros a título de remuneração do capital próprio, calculados sobre as contas do Patrimônio Líquido e limitados à TJLP do período. O valor desembolsado é considerado despesa dedutível para fins de apuração do lucro real da companhia, diminuindo assim o Imposto de Renda (IR) a ser pago por ela.</p>
<p>O pagamento de juros sobre capital próprio, quando houver, compõe o dividendo mínimo especificado no estatuto da companhia. Neste caso, a remuneração do acionista será uma composição entre dividendos e juros sobre o capital próprio.</p>
<p><strong>4) Bonificação</strong></p>
<p>A bonificação pode ser feita:</p>
<ul>
<li>Por meio da distribuição gratuita de novas ações (mais comum); ou</li>
<li>Em dinheiro (pouco comum).</li>
</ul>
<p><strong>Bonificação por meio da distribuição gratuita de novas ações (mais comum)</strong></p>
<p>A bonificação feita por meio da distribuição gratuita de novas ações é consequência da incorporação de reservas no capital social de companhias, cujas ações têm valor nominal.</p>
<blockquote><p><em>Obs.: o valor nominal de uma ação é o valor (por ação) declarado no estatuto da companhia. </em></p></blockquote>
<p>A bonificação por meio da distribuição gratuita de novas ações <strong>não</strong> é um ganho para o acionista, mas sim um ajuste, uma vez que o preço da ação no mercado diminui proporcionalmente. Em resumo, essa bonificação é a distribuição gratuita de novas ações devido à incorporação de reservas no capital social.</p>
<p><strong>Bonificação em dinheiro (pouco comum)</strong></p>
<p>A bonificação em dinheiro é a distribuição de parte das reservas da companhia em espécie, o que representa uma remuneração para o acionista.</p>
<p>Essa bonificação difere do dividendo, pois os recursos distribuídos são originários de reservas já constituídas e não do lucro do período. Isso acontece quando os acionistas consideram as reservas excessivas e decidem diminuí-las.</p>
<div class="box-autor"><img src="http://www.dinheirabilidade.com.br/wp-content/themes/dinheirabilidade/images/autor-dinheirabilidade.gif" alt="" width="50" height="50" align="left" /><strong>Equipe Dinheirabilidade</strong></div>
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		<title>Tipos de Ações</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 15:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dinheirabilidade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[ações ordinárias]]></category>
		<category><![CDATA[ações preferenciais]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma ação representa a menor “fração” do capital social de uma empresa, ou seja, a unidade do capital nas sociedades anônimas. Quem adquire essas “frações” é chamado de acionista e terá certa participação na empresa, correspondente a quantas dessas “frações” ele detiver. Ações Ordinárias (ON) As ações ordinárias dão ao acionista o direito do voto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma ação representa a menor “fração” do capital social de uma empresa, ou seja, a unidade do capital nas sociedades anônimas. Quem adquire essas “frações” é chamado de acionista e terá certa participação na empresa, correspondente a quantas dessas “frações” ele detiver.</p>
<p><strong>Ações Ordinárias (ON)</strong></p>
<p>As ações ordinárias dão ao acionista o direito do voto nas assembleias da empresa. Isto significa que o acionista pode participar e influenciar nas diversas decisões de uma empresa com relação à sua estratégia, suas decisões de investimentos, eleição de diretoria e outros assuntos de seu interesse, inclusive mudando estatutos.</p>
<p><strong>Ações Preferenciais (PN)</strong></p>
<p>As ações preferenciais, por outro lado, atribuem aos seus titulares certas vantagens (listadas a seguir) em relação às ordinárias, para compensar a ausência ou restrição do direito de voto desse tipo de acionista.</p>
<p><strong>Direitos das ações preferenciais</strong></p>
<p>De acordo com o art. 17 da Lei nº 6.404/76 (modificado pela Lei nº 10.303/01), as preferências ou vantagens das ações preferenciais podem consistir em:</p>
<p>I &#8211; prioridade na distribuição de dividendo, fixo ou mínimo;</p>
<p>II &#8211; prioridade no reembolso do capital, com prêmio ou sem ele; ou</p>
<p>III &#8211; acumulação de ambas as preferências e vantagens acima.</p>
<p><strong>Condições para que uma ação preferencial (que não tem direito de voto ou tem direito de voto restrito) seja negociada no mercado de valores mobiliários</strong></p>
<p>O parágrafo 1º do art. 17 da Lei nº 6.404/76 (modificado pela Lei nº 10.303/01) estabelece que as ações preferenciais, sem direito de voto ou com voto restrito, somente serão admitidas à negociação no mercado de valores mobiliários se a elas for atribuída pelo menos uma das seguintes preferências ou vantagens:</p>
<p>I &#8211; direito de participar do dividendo a ser distribuído, correspondente a, pelo menos, 25% do lucro líquido do exercício, calculado de acordo com o seguinte critério, ou</p>
<p>II &#8211; direito ao recebimento de dividendo, por ação preferencial, pelo menos 10% maior que o atribuído a cada ação ordinária, ou</p>
<p>III &#8211; direito de serem incluídas na oferta pública de aquisição de ações por alienação de controle (<em>tag along</em>), assegurado o dividendo pelo menos igual ao das ações ordinárias.</p>
<p>As ações preferenciais adquirem direito a voto quando a empresa deixa de pagar os dividendos fixos ou mínimos pelo prazo previsto no estatuto (que não pode ser superior a 3 anos consecutivos) e mantém esse direito até que o pagamento devido seja efetivado pela empresa.</p>
<div class="box-autor"><img src="http://www.dinheirabilidade.com.br/wp-content/themes/dinheirabilidade/images/autor-dinheirabilidade.gif" alt="" width="50" height="50" align="left" /><strong>Equipe Dinheirabilidade</strong></div>
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		<title>O que é Política Fiscal?</title>
		<link>http://www.dinheirabilidade.com.br/2012/02/o-que-e-politica-fiscal/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 17:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dinheirabilidade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[política fiscal]]></category>

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		<description><![CDATA[Chamamos de política fiscal as decisões do Governo sobre como e quanto irá arrecadar em tributos (impostos, taxas e contribuições) e sobre quanto e de que forma gastará os recursos arrecadados e como determinará as transferências governamentais. Obs.: Transferências Governamentais Constitucionais são parcelas das receitas federais arrecadadas pela União que são repassadas aos Estados, ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chamamos de política fiscal as decisões do Governo sobre como e quanto irá arrecadar em tributos (impostos, taxas e contribuições) e sobre quanto e de que forma gastará os recursos arrecadados e como determinará as transferências governamentais.</p>
<blockquote><p><em>Obs.: Transferências Governamentais Constitucionais<strong> </strong>são parcelas das receitas federais arrecadadas pela União que são repassadas aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. </em></p></blockquote>
<p>O Governo tem papel importante na determinação da renda. Ele afeta o nível de renda através de dois canais.</p>
<p>Primeiro, as compras de bens e serviços pelo Governo são um dos componentes da demanda. E os impostos e as transferências afetam a renda disponível para consumo e poupança.</p>
<p>A política fiscal é um dos instrumentos mais poderosos que os governos têm em termos de política econômica.</p>
<p>Mudanças na estrutura de impostos e gastos podem estimular ou desestimular a produção em determinados setores, assim como as alterações nas transferências podem melhorar a distribuição de renda ou também estimular/desestimular a produção de determinados setores da economia.</p>
<p>O Governo pode utilizar a política fiscal de forma <strong>anticíclica,</strong> ou seja, quando há uma desaceleração da atividade ou recessão, ele aumenta os gastos ou reduz impostos para elevar a renda disponível para consumo, levando a um aumento da produção e uma queda do desemprego.</p>
<p>De maneira inversa, uma política de redução de despesas ou aumento de impostos tem um efeito <strong>contracionista </strong>sobre a atividade e pode ser utilizada quando o Governo precisar desacelerar a atividade econômica.</p>
<p>No entanto, o aumento dos gastos públicos pode impactar a taxa de juros, reduzindo o efeito expansionista sobre a economia. Isso porque, o aumento dos gastos públicos eleva a renda. O aumento da renda eleva a demanda, o que pode ter um efeito de alta sobre a taxa de juros. Esse aumento nos juros pode reduzir os gastos de investimentos no setor produtivo, o que eliminaria parte da expansão inicial causada pelo aumento dos gastos públicos.</p>
<p><strong>Em resumo:</strong></p>
<p><strong>Política fiscal expansionista</strong></p>
<ul>
<li>Aumento de gastos em bens e serviços e/ou</li>
<li>Redução de impostos e/ou</li>
<li>Aumento das transferências para o setor privado</li>
</ul>
<p><strong>Política fiscal contracionista</strong></p>
<ul>
<li>Redução de gastos em bens e serviços e/ou</li>
<li>Aumento de impostos e/ou</li>
<li><span style="font-size: small">Redução das transferências para o setor privado</span><em></em></li>
</ul>
<div class="box-autor"><img src="http://www.dinheirabilidade.com.br/wp-content/themes/dinheirabilidade/images/autor-dinheirabilidade.gif" alt="" width="50" height="50" align="left" /><strong>Equipe Dinheirabilidade</strong></div>
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		</item>
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		<title>Energia elétrica com economia</title>
		<link>http://www.dinheirabilidade.com.br/2012/02/energia-eletrica-com-economia-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 16:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Rico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[energia elétrica]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste ano resolvi tirar férias de verdade. Fui para uma casa emprestada por um amigo, que fica no meio do mato. Descansei, economizei e estou com as pilhas recarregadas. Aliás, percebi o quanto a gente se esquece da natureza quando vive em uma cidade grande. Na casa não tinha energia elétrica. Tomei banho na cachoeira, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste ano resolvi tirar férias de verdade. Fui para uma casa emprestada por um amigo, que fica no meio do mato. Descansei, economizei e estou com as pilhas recarregadas. Aliás, percebi o quanto a gente se esquece da natureza quando vive em uma cidade grande. Na casa não tinha energia elétrica. Tomei banho na cachoeira, dormi e acordei com as galinhas e me desliguei do mundo. Claro que não dá pra fazer o mesmo na cidade, mas aproveito para compartilhar algumas dicas para economizar energia elétrica:</p>
<ul>
<li><strong>Lâmpadas:</strong> aproveite a iluminação natural, abrindo cortinas e janelas. Locais que não estão sendo usados dispensam lâmpadas acesas. Lembre-se que pinturas escuras dentro de casa exigem mais iluminação, gerando maior consumo de energia. Em locais de grande circulação (cozinha, área de serviço, banheiro) utilize lâmpadas fluorescentes, que duram mais e reduzem o gasto com energia.</li>
<li><strong>Geladeira e freezer:</strong> mantenha esses aparelhos desencostados de móveis ou paredes, em local arejado e distante de fontes de calor (fogão, luz solar etc.). Evite o &#8220;abre e fecha&#8221; das portas que provoca grande consumo de energia, e não deixe a geladeira aberta por muito tempo. Descongele periodicamente. No inverno, regule o termostato do equipamento na menor potência, pois, nesse período, a temperatura não precisa permanecer tão baixa. Verifique se a borracha de vedação da porta está em perfeito estado. Siga rigorosamente as orientações fornecidas pelo fabricante do aparelho. Se forem velhos, talvez gastem muita energia elétrica. Verifique se não vale a pena trocá-los.</li>
<li><strong>Ferro de Passar:</strong> acumule a maior quantidade possível de roupas e passe-as de uma só vez, evitando ligar o ferro constantemente. Siga a temperatura indicada para cada tipo de tecido. Passe primeiramente as peças que necessitam de baixas temperaturas e regule o aparelho à medida que os tecidos forem necessitando de mais calor para serem desamassados. Antes de terminar o trabalho, desligue o ferro e aproveite o calor restante para passar peças leves e pequenas.</li>
<li><strong>Chuveiro elétrico:</strong> evite banhos demorados. Limpe os orifícios de saída de água regularmente. Mude a chave do chuveiro de inverno para verão, nos dias quentes. Faça isso com o aparelho desligado.</li>
<li><strong>Televisão:</strong> desligue o aparelho quando ninguém estiver assistindo e não durma com a televisão ligada. Caso o aparelho disponha de <em>timer</em>, programe-o adequadamente.</li>
<li><strong>Máquinas de lavar e secar:</strong> utilize-as em sua capacidade máxima, porém, sem sobrecarregá-las. Mantenha os filtros limpos. No caso das lavadoras, a quantidade de sabão deve ser adequada de acordo com o indicado pelo fabricante. Mantenha o nivelamento dos aparelhos em relação ao chão.</li>
<li><strong>Torneira elétrica:</strong> evite ligar e desligar constantemente.</li>
</ul>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<div class="box-autor"><img src="http://www.dinheirabilidade.com.br/wp-content/uploads/2011/10/henrique-rico.gif" alt="" width="50" height="50" align="left" /><strong>Henrique Rico</strong> é um profissional da área de Tecnologia e cuida com muito empenho do seu dinheiro (pra não dizer que é um verdadeiro muquirana). Veja se a experiência dele e as dicas que adora dar a todos, podem ser aproveitadas. Ele esquece às vezes que o dinheiro não é um fim em si mesmo&#8230; mas de repente, alguma dica dele pode fazer sentido para você!</div>
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		<title>É melhor ser poupador!</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 14:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Dantas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Juros]]></category>

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		<description><![CDATA[Os prezados leitores já se deram conta que a todo momento pensamos, agimos e interagimos com os juros? Já pararam para pensar quantas vezes com a família, nos negócios, ou entre amigos o assunto está presente? O leitor nunca fala de juros e nem se interessa pelo tema? Ledo engano! O tema &#8220;juros&#8221; faz parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os prezados leitores já se deram conta que a todo momento pensamos, agimos e interagimos com os juros?</p>
<p>Já pararam para pensar quantas vezes com a família, nos negócios, ou entre amigos o assunto está presente?</p>
<p>O leitor nunca fala de juros e nem se interessa pelo tema? Ledo engano! O tema &#8220;juros&#8221; faz parte da sua vida, ele está nas entrelinhas de muitas coisas que fazemos no nosso dia a dia<strong>!</strong></p>
<p>Não estou falando daquela discussão acadêmica que para muitos é chata e aparentemente sem sentido  e sim do que está presente nas decisões de compras e negociações do cotidiano.</p>
<p>Por exemplo, aquela televisão de plasma adquirida no último Natal.  Pois bem, ela foi o instrumento pelo qual a família do feliz comprador foi diretamente afetada pelo juro. Se comprou a vista foi porque tinha dinheiro e pode fazer uma ótima negociação com o vendedor, assim economizando os juros futuros. Se comprou a prazo foi vítima dos juros que penalizam, principalmente no Brasil, os mais afoitos ou necessitados de bens no momento presente.</p>
<p>O juro é exatamente isso. Compensa quem pode esperar para comprar, pois o poupador pode ao longo da espera para a aquisição do bem se beneficiar do rendimento; e penaliza quem não teve a mesma paciência ou estava em estado de necessidade e acabou antecipando o consumo jogando para frente as prestações.</p>
<p>É leitor, o juro não é democrático! Trata os dois agentes mais famosos do mercado financeiro: poupadores e tomadores, com duas medidas.</p>
<p>Atualmente no Brasil é melhor ser poupador.</p>
<div><img src="http://www.dinheirabilidade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/wagner-dantas.jpg" alt="" width="50" height="50" align="left" /><strong>Wagner Dantas</strong> Mestre em Economia, especialista em investimento e dedicado ao ensino de economia e finanças.</div>
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		<title>Riscos dos Investimentos e Diversificação</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 14:28:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dinheirabilidade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Os riscos mais importantes que devem ser analisados ao se fazer um investimento são: Risco de Mercado: é a possibilidade de perda devido às oscilações de preços no mercado. O preço dos ativos oscila por natureza. Uns mais, outros menos. A isso chamamos de volatilidade, que é uma medida dessa oscilação. Risco de Crédito: está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial">Os riscos mais importantes que devem ser analisados ao se fazer um investimento são: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial"><strong>Risco de Mercado:</strong> é a possibilidade de perda devido às oscilações de preços no mercado. O preço dos ativos oscila por natureza. Uns mais, outros menos. A isso chamamos de volatilidade, que é uma medida dessa oscilação.</span></li>
<li><span style="font-family: Arial"><strong>Risco de Crédito: </strong>está associado às possíveis perdas que um investidor poderá ter caso, na data do resgate dos seus investimentos, ou em alguma data de pagamento intermediário, por qualquer motivo, não receba o montante a que tem direito.<strong> </strong></span></li>
<li><span style="font-family: Arial"><strong>Risco de Liquidez: </strong>é a possibilidade de que uma operação não possa ser negociada pelos preços desejados, devido a uma atividade insuficiente no mercado. Ou seja, estamos falando da incapacidade de se desfazer de um ativo no momento desejado a preços compatíveis. </span></li>
</ul>
<p><strong><span style="font-family: Arial">Diversificação dos Investimentos </span></strong></p>
<p><span style="font-family: Arial">Diversificar significa escolher produtos de investimentos que tenham, ao menos potencialmente, comportamentos diferentes uns dos outros, de modo que o resultado final seja um portfólio (conjunto dos produtos) com um risco menor do que cada um dos produtos separadamente. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial">A diversificação procura diminuir os riscos: de mercado, de crédito e de liquidez. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="box-autor"><img src="http://www.dinheirabilidade.com.br/wp-content/themes/dinheirabilidade/images/autor-dinheirabilidade.gif" alt="" width="50" height="50" align="left" /><strong>Equipe Dinheirabilidade</strong></div>
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		<title>O que é Política Monetária</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 13:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dinheirabilidade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[política monetária]]></category>

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		<description><![CDATA[A Política Monetária é um dos dois principais instrumentos que o Governo utiliza para influenciar o nível de produção e emprego e, principalmente, controlar a variação dos preços no mercado. Atualmente, o principal objetivo da política monetária tem sido o de manter a estabilidade de preços, ou seja, evitar a ocorrência de inflação ou deflação. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Política Monetária é um dos dois principais instrumentos que o Governo utiliza para influenciar o nível de produção e emprego e, principalmente, controlar a variação dos preços no mercado. <strong>Atualmente, o principal objetivo da política monetária tem sido o de manter a estabilidade de preços, ou seja, evitar a ocorrência de inflação ou deflação.</strong><strong> </strong></p>
<p>O Banco Central (Bacen) é o órgão do Governo que tem a responsabilidade de implementar (executar) a política monetária.</p>
<p>No Brasil, usamos atualmente um modelo de política monetária chamado de Meta de Inflação. Neste modelo, o principal instrumento utilizado é a taxa de juros, que é determinada para cumprir a meta estabelecida para a inflação do ano.</p>
<p>Basicamente, o Banco Central controla o nível da taxa de juros real (que é a taxa de juros nominal descontada da variação da inflação do período). O aumento da taxa de juros real tende a levar a uma queda na atividade econômica e vice-versa.</p>
<p>Além de controlar o nível da taxa de juros, o Banco Central pode também utilizar outros instrumentos de política monetária, que visam controlar a oferta de moeda na economia. Quando o Banco Central quer incentivar a atividade econômica, ele aumenta a quantidade de moeda (de liquidez) da economia. Quando quer restringir a atividade, ele reduz essa liquidez.</p>
<p>Por exemplo:</p>
<ul>
<li>Se o Governo quer retirar dinheiro da economia ele pode, por exemplo, vender títulos públicos às pessoas e empresas investidoras. Quando  esses investidores compram títulos públicos  eles entregam reais ao Governo, o que significa menos reais em circulação na economia.</li>
<li>Se o Governo quiser colocar dinheiro na economia ele pode, por exemplo, comprar títulos públicos que estão &#8220;nas mãos&#8221; dos investidores (que os compraram no passado). Quando esses investidores vendem os títulos recebem reais do Governo, o que significa mais reais em circulação na economia.</li>
</ul>
<div class="box-autor"><img src="http://www.dinheirabilidade.com.br/wp-content/themes/dinheirabilidade/images/autor-dinheirabilidade.gif" alt="" width="50" height="50" align="left" /><strong>Equipe Dinheirabilidade</strong></div>
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		<title>O que é inflação e os seus principais índices</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 16:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dinheirabilidade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[IGP-M]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>

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		<description><![CDATA[A inflação é definida como um aumento contínuo e generalizado do nível geral de preços de uma economia. Dentre os principais indicadores de inflação utilizados pelo mercado financeiro estão: a) IPCA b) IGP-M a) IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) O Índice de Preços ao Consumidor Amplo é calculado pelo IBGE e apura a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A inflação é definida<strong> </strong>como um<strong> </strong>aumento contínuo e generalizado do nível geral de preços de uma economia.</p>
<p><strong>Dentre os principais indicadores de inflação utilizados pelo mercado financeiro estão:</strong></p>
<blockquote><p><strong>a) IPCA</strong></p>
<p><strong>b) IGP-M</strong></p></blockquote>
<p><strong><span style="color: #02899c">a) IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo)</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Arial">O Índice de Preços ao Consumidor Amplo é calculado pelo IBGE e apura a inflação de uma cesta de consumo de famílias com <strong>renda entre 1 e 40 salários mínimos</strong>. A pesquisa é feita em 11 regiões metropolitanas: Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além do Distrito Federal e do Município de Goiânia, o que corresponde a aproximadamente 30% da população do país. O período de apuração dos preços é o mês-calendário (primeiro ao último dia do mês).</span></p>
<p><span style="font-family: Arial"><strong>O IPCA é o índice oficial do Governo</strong> e funciona como parâmetro para o sistema de metas inflacionárias desde julho/1999.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial">O IPCA verifica a variação dos preços de itens nos seguintes segmentos: alimentação, artigos de residência, habitação, transportes e comunicação, vestuário, saúde e cuidados pessoais  e despesas pessoais. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial">Pela sua composição, é um índice voltado para medir a inflação no varejo.<strong></strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial">O período de coleta vai do primeiro ao último dia do mês de referência e a divulgação ocorre do quinto ao oitavo dia útil do mês posterior. É calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.<strong></strong></span></p>
<p><strong><span style="color: #02899c">b) IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado)</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Arial">O IGP-M é um índice predominantemente voltado para medir a <strong>inflação no atacado.</strong> <strong>É calculado pela Fundação Getúlio Vargas</strong> e registra o ritmo evolutivo de preços &#8211; <strong>desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais -</strong> como medida síntese da inflação nacional. Os preços são coletados em 12 capitais do Brasil: Salvador, Fortaleza, Rio de Janeiro, Florianópolis, São Paulo, Brasília, Goiânia, Curitiba, Porto Alegre, Belém, Recife e Belo Horizonte. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial">Compreende o período de apuração entre o dia 21 do mês anterior ao de referência e o dia 20 do mês de referência. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial">Caracteristicamente, o IGP-M apresenta duas prévias que ajudam na projeção do resultado final. Elas são divulgadas a cada dez dias e incluem, na primeira prévia, a inflação medida entre os dias 21 e 30 do mês anterior ao de referência e na segunda prévia a variação dos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior ao dia 10 do mês de referência.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial">O IGP-M é uma média ponderada de três índices: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial"><strong>IPA, </strong>que é o Índice de Preços ao Produtor Amplo (que engloba produtos agropecuários e industriais) com peso de 60%;</span></li>
<li><span style="font-family: Arial"><strong>IPC</strong>, que é o Índice de Preços ao Consumidor com peso de 30%;</span></li>
<li><span style="font-family: Arial"><strong>INCC</strong>, que é o Índice Nacional de Custos da Construção com peso de 10%.</span></li>
</ul>
<div class="box-autor"><img src="http://www.dinheirabilidade.com.br/wp-content/themes/dinheirabilidade/images/autor-dinheirabilidade.gif" alt="" width="50" height="50" align="left" /><strong>Equipe Dinheirabilidade</strong></div>
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